“Imensa preguiça!”*

AS palavras que lê agora, meu atarefado leitor, minha atarefadíssima leitora, digitam-se aqui mui lentamente. De pantufas, evitam arranhar a tela em que se inscrevem. Algodões, esperam tocar com delicadeza os ouvidos. Esvaziam-se, dão-se à aragem que roça as folhas da aroeira. Ondulam como a água de um lago profundo. Escolhem-se a si, lutando contra…